quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Confissão e Perdão

1 - Confissão e Perdão
2 - A vocação nasce do encontro

1 - Confissão e Perdão
Já ouviu dizer que Jesus perdoa todos os pecados e que (Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem)? Pois é: então como podemos entender que joão diz que temos pecados? Bom, na verdade, João não diz que não temos pecados, mas sim, que se dissermos que não temos “pecado”, no singular. João, após considerar que mesmo aqueles que desfrutam da comunhão com Deus, uma comunhão celestial ainda tem participação do pecado em si, por isso, joão busca justificar essa hipótese, mostrando as terríveis consequencias do que nega essa possibilidade:




1 Se negarmos dizendo que não temos pecado:
a) Não haverá verdade em nós
b) Somos mentirosos ao negar esta verdade
c) A verdade da fé cristã não está em nós

2 Quem é a verdade Cristã:
a) Jesus Cristo a Luz dos Crentes:
b) Deus é Luz, nele não há trevas;
c) A luz é inconfundível – 
d) não há confusão em Deus, 
e) ele dissipa todas as falsas Doutrinas a respeito de si, do homem e do universo
f) A luz é Indivisível – 
g) Deus é inseparável nas pessoas do Pai do Filho e do Espírito Santo.
h) A Luz é Incomparável – 
i) Não há quem seja igual a esta luz que é Jesus. 
j) Todo ensinamento, doutrina ou instrução que os homens propaguem, jamais poderão ser comparados com a doutrina de Deus que é como a luz que tudo esclarece.

3 “Se dissermos que não temos Pecado”, “Se confessarmos os nossos pecados”
a) Todos pecaram – Rm 3.23: não há distinção, pois todos pecaram...
b) Em adão não há uma só pessoa que não tenha nascido em pecado
c) O pecado cobriu todas as gentes, tribos, raças, nações, povos, clãs... no mundo inteiro, não há um só, que não tenha pecado
d) O pecado tornou-se universal, por isso disse joão: “Deus amou o mundo de tal maneira...”
e) Mas se confessarmos os nossos pecados: pecados cometidos por nós, não a herança do pecado...
f) Após crescermos nos tornamos pecadores por não só por herança, mas agora por culpa, por causa da prática do pecado.
g) Se Confessarmos os nossos pecados, que praticamos, não que herdamos, Deus é fiel e justo, e em Cristo nos perdoa e nos purifica de todos os pecados.
h) Ele nos purificará de toda injustiça

4 Conclusão:
A nossa confissão de fé baseia-se no que temos ouvido, visto e crido e experimentado da parte do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo.
Seu amor, seu perdão, sua paz, sua salvação, e seu cuidado, ao nos prometer que um dia voltará para levar para si.




2 - A vocação nasce do encontro
Por que Saulo (Paulo) perseguia a Igreja? Pergunta que nos interroga, sensibiliza e abre uma grande lacuna. Por que Deus escolheu um perseguidor? Tanta gente boa. Mas vamos conhecer primeiro Saulo para podermos entender o porquê da pergunta. Saulo, natural de Tarso da Cilícia, filho da tribo de Benjamim, a mesma do rei David, era filho de comerciantes ricos, cidadão romano, ligado à seita dos fariseus, aluno do glorioso rabino Gamaliel, zeloso defensor da Torá. Ele era fariseu, filho de fariseu.

Israelita orgulhoso, alma de fogo e coração íntegro, ainda jovem, era conhecido apenas por seu nome judeu de Saulo. Impulsionado pelo entusiasmo impetuoso da mocidade; abrasado em ânsias de proselitismo próprio do judeu, julgou que tinha missão religiosa para cumprir: combater o Cristianismo até destruí-lo. Por considerá-lo uma traição ao Judaísmo, perseguia os seguidores de Cristo porque eles tinham abandonado a lei mosaica para seguir um tal de Jesus, sobre o qual um monte de fanáticos cristãos pregavam e diziam ter ressuscitado dos mortos .

Ele, como um bom judeu, intelectual e fiel à lei, precisava fazer alguma coisa para acabar com aqueles que estavam destruindo o Judaísmo. Quando Paulo se dirigia pelo caminho a Damasco, seu coração estava cheio de agressividade contra os cristãos, não porque fosse um homem mau, mas por ser fiel às tradições nas quais havia sido formado. Estava cheio de agressividade, pois se sentia ameaçado por esta nova fé que se opunha às suas tradições mais caras nas quais fora ensinado. Era pelo amor de Deus que perseguia os inovadores.
Um belo exemplo de experiência de Deus é a do Apóstolo Paulo. O que lhe acontece no caminho de Damasco foi certamente uma experiência de ponta, marcante e indelével. Esse foi um momento muito importante em sua vida. Mas ele esteve certamente também intensamente unido ao Cristo durante todos os anos seguintes de sua vida e não apenas nesse momento particular.

Essa experiência era para Paulo, unicamente para ele. Naquele momento Jesus o queria, o Senhor se apossa da vida dele, mas sem lhe tirar a liberdade. Então ele passa a pertencer unicamente a seu Senhor, pelo qual foi convocado. Agora sua vida se resume na obediência ao seu Senhor.

Deus foi absolutamente livre no chamado de Paulo, nada foi lhe imposto, sendo ele livre para dar uma resposta responsável a Altíssimo. O Senhor, quando o chamou, pôs em seu coração a capacidade de resposta, não o amarrou, nem o obrigou a nad, mas lhe deu condições de decidir e corresponder ao dom recebido. O Senhor abriu-se a Paulo em uma condição de diálogo, algo pessoal e íntimo.

O apóstolo dos gentios passou por uma transformação histórica e interior, tornou-se uma nova criatura porque Deus lhe concedeu o dom da fé e da esperança. Por intermédio de Cristo, ele recebeu de Deus a vida nova.

O chamado é uma pura iniciativa de Deus. O Senhor quando vocaciona alguém já tem um projeto para a vida de quem responde o ''sim'', não como uma predestinação, mas como uma resposta de amor. Ninguém veio do ocaso, nem para ficar solto no mundo, todos viemos para livremente dar uma resposta ao projeto de Deus único e irrepetível. Dizer “sim” é tornar-se um canal de graça para os outros e para o mundo. Neste sentido nós participamos do plano do Pai.

O seguimento a Deus é apenas uma "gratidão" espiritual. Acima de tudo foi Ele quem possibilitou ao homem participar da existência que pertence somente a Ele.

Seguir ao Senhor deve ser a expressão máxima da alegria de todo ser humano; deve exalar o perfume de Cristo. Toda vocação deve tornar-se atraente, deve provocar nas pessoas um encontro com Deus, transformar o mundo, os corações.

Por isso, uma vez vivendo e experimentando o amor vocacional, o chamado de Deus não deve ser vivido de forma frustrante deixando a vocação tornar-se velha; esta deve ser sempre nova, apresentar a cada dia a novidade do Espírito Santo. Os outros precisam ficar fascinados com o efeito da graça na vida de quem é consagrado ao Senhor. É preciso comunicar a vida para os homens que somente Cristo pode dar.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

AS 10 MAIORES DESCOBERTAS DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA

AS 10 MAIORES DESCOBERTAS DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA

[Daniel Lüdtke]
Estadão Online e a portal Terranoticiaram hoje a descoberta de um selo de 2,5 mil anos, encontrado em Jerusalém, onde se lê em hebraico antigo o nome da família Tema, que estava entre os primeiros exilados a retornar a Judéia depois do cativeiro babilônico – segundo o livro de Neemias.


Curiosamente, as matérias não transpareceram sarcasmo em relação à Bíblia, como é comum, e ainda apontaram que o achado “poderia confirmar a teoria que indica que a Bíblia pode ser tomada como fonte de documentação histórica”.
A afirmação de Eilat Mazar, arqueóloga que dirige a escavação, é bastante precisa: "É um nexo entre as provas arqueológicas e o relato bíblico, ao evidenciar a existência de uma família mencionada na Bíblia".
De maneira geral, os dois veículos de comunicação trataram a notícia com imparcialidade. Só a seção de notícia de Terra, todavia, chamou Davi – importante rei israelita – de “mítico”. Acontece que sua existência já foi indicada pela descoberta da Estela de Tel Dã (ver abaixo), e não trata-se mais de uma lenda, como supunham os críticos da Bíblia. 
É interessante que as matéria fizeram certo alarde com a descoberta desse selo e o apresentaram quase como uma prova da veracidade da Bíblia, enquanato tantos outros achados arqueológicos já foram divulgados, mas sem muita badalação. Seguem abaixo algumas dessas descobertas.


Estela de Merneptah – Coluna comemorativa, datada de cerca de 1207 a.C., que descreve as conquistas militares do faraó Merneptah. Israel é mencionado como um dos inimigos do Egito no período bíblico dos juízes, provando que Israel já existia como nação neste tempo, o que até então era negado pela maioria dos estudiosos. É a menção mais antiga do nome "Israel" fora da Bíblia.

Tijolo babilônico que traz nome deNabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilônia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor.

Tabletes de Ebla – Cerca de 14 miltábuas de argila foram encontradas no norte da Síria, em 1974. Datadas de 2.300 a 2.000 a.C., elas remontam à época dos patriarcas. Os tabletes descrevem a cultura, nomes de cidades e pessoas (como Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé) e o modo de vida similar ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade.

Papiro de Ipwer – Oração sacerdotal escrito por um egípcio chamadoIpwer, onde questiona o deus Horus sobre as desgraças que ocorrem no Egito. As pragas mencionadas são: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, que parecem fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo.

Estela de Tel Dã – Placa comemorativa sobre conquista militar da Síria sobre a região de Dã. A inscrição traz de modo bem legível a expressão "casa de Davi", que pode ser uma referência ao templo ou à família real. O mais importante, todavia, é que menciona, pela primeira vez fora da Bíblia, o nome de Davi, indicando que este foi um personagem real.

Textos de Balaão – Fragmentos de escrita aramaica encontrados em Tell Deir Allá, que relatam um episódio da vida de "Balaão filho de Beor" e descrevem uma de suas visões – indícios de que Balaão existiu e viveu em Canaã, como afirma a Bíblia no livro de Números 22 a 24.

Obelisco negro e prisma de Taylor – Estes artefatos mostram duas derrotas militares de Israel. O primeiro traz o desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III oferecendo tributo a ele. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.

Inscrição de Siloé – Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crônicas 32:2-4.

Selo de Baruque – descoberto em 1975,provando a existência do secretário econfidente do profeta Jeremias.

Palácio de Sargão II – Descoberto em 1843, o palácio de Sargão II, rei da Assíria, pôs fim a negação de sua existência, conforme mencionado em Isaías 20:1.












http://idade-midia.blogspot.com.br/2008/01/descoberta-faz-mdia-admitir-bblia-pode.html

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Das profundezas clamo a ti Senhor


Resultado de imagem para Das profundezas clamo a ti Senhor

A superficialidade nos afasta de Deus e da oração. No entanto, toda a busca por significado, aprofundamento dos desejos e consciência da beleza ou do sofrimento nos aproxima de Deus e da oração. A verdadeira oração não é simplesmente aquilo que nossos lábios dizem, mas o que o coração clama. É o grito das profundezas, pois existe uma correspondência entre o interior do coração e as alturas do céu. 


João Crisóstomo disse: “Por oração, não entendo a que está apenas nos lábios, mas a que brota do fundo do coração. De fato, assim como as árvores de raízes profundas não são quebradas nem arrancadas pelas tempestades, […] as orações que vêm do fundo do coração, assim enraizadas, sobem ao céu com toda a confiança e não são desviadas pelo assédio de nenhum pensamento. Por isso, o Salmo 130 diz: ‘Das profundezas clamo a ti, Senhor’”. 

Muitos resistem à prática da oração porque são superficiais. Evitam entrar em contato com os desejos mais profundos da alma, fogem da dor e do sofrimento, são insensíveis à beleza, impacientes com o silêncio, temem a transformação e insistem em permanecer no controle de todas as coisas. Aprendem a usar Deus e não a amá-lo. 

Querem um Deus que resolva seus problemas, mas não desejam submeter-se a ele. Não reconhecem suas fraquezas e seus medos. C. S. Lewis disse: “Eu oro porque não posso me ajudar. Eu oro porque estou desamparado. Eu oro porque a necessidade flui em mim o tempo todo, dormindo ou acordado. Isso não muda Deus. Isso me muda”. 

 A oração envolve uma escuta silenciosa daqueles que buscam sentido e orientação. Pode ser também um grito de desespero clamando por socorro em meio à angústia. Muitas vezes ela se mostra numa celebração gloriosa diante da contemplação da beleza. Ou pode ser um lamento triste diante do mistério da perda e da morte. 

A oração brota das profundezas da alma e desperta nossa consciência para a presença, o amor, o cuidado e a bondade de Deus. Santo Agostinho disse que Deus é “mais interior a nós do que nós mesmos”. A oração nos atrai para ele. Precisamos da oração para entrar e participar desta comunhão gloriosa com nosso Senhor. Dionísio Areopagita apresenta uma imagem muito rica para esta união com Deus. 

É como “se estivéssemos num barco e nos tivessem jogado, para socorrer-nos, cordas presas a um rochedo. É evidente que não puxaríamos para nós o rochedo, mas nós mesmos, com o nosso barco, é que seríamos puxados até ele. […] Por isso […] é preciso começar pela oração, não para atrair para nós esse Poder […] mas para colocar-nos em suas mãos e unir-nos a ele […]”. 

Nossas orações nascem de um coração “compungido” e “contrito”, é o suspiro da “corça pelas correntes de águas”, é o anseio da alma que tem sede de Deus, a busca da “ovelha” por pastos verdejantes e águas de descanso. 

Ao orar, precisamos lembrar que “aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”. Se Deus nos deu o que tem de mais precioso, seu Filho unigênito, haveria alguma coisa que ele nos negaria? “Das profundezas clamo a ti, Senhor.” 

domingo, 21 de agosto de 2016

HÁ UMA SAÍDA!

INDUTO

Palavra de Deus para você:
“Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso legislador; o Senhor é o nosso rei, ele nos salvará.” – Isaías 33:22
Você está sofrendo condenação?

Erramos, sim erramos muito, algumas vezes cometemos erros graves que geram consequências terríveis, humanamente imperdoáveis.
Mas como viver se já se está condenado(a), qual o sentido de se continuar vivendo?
Para os homens o perdão é uma grande dificuldade e, em alguns casos, impossível, mas Jesus é diferente, Ele nos perdoa!
Nosso arrependimento diante de Deus gera conserto, um conserto que somente o Senhor sabe fazer e não há homem sequer capaz de fazê-lo.
Senão não houvesse a intervenção de Deus na vida do arrependido o que seria de Davi, assassino e adultero, de Paulo (antes era Saulo), perseguidor e assassino indireto de Cristãos, de Pedro, que traiu o próprio Senhor Jesus, Mateus (antes Levi) o cobrador corrupto de impostos, Maria Madalena, a endemoniada, Moisés que matou um Egípcio e tantos outros na bíblia.
O versículo bíblico acima nos mostra o PODER DE DEUS e sua SOBERANIA, que nos dá toda GARANTIA de que, para toda e qualquer situação, na vida de um arrependido SERVO tem salvação.
Reflita nisso!
Em Cristo,
Pr Eder Garcia – Projeto DeusBom

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Aproveitar a vida

“Porque o que me achar, achará a vida, e alcançará o favor do Senhor.”(Provérbios 8:35).

Ainda posso ouvir as palavras de um vendedor, o qual querendo convencer seu cliente a comprar uma sofisticada máquina fotográfica, disse: "A vida é muito curta para não nos permitirmos, de vez em quando, uma pequena extravagância. Precisamos nos conceder um capricho. Então, aproveite a vida?".


A vida é curta de fato; esse vendedor tinha razão. É certo também que a cada dia nos aproximamos do final dela. Sentimos a urgência de não esbanjarmos o tempo que nos foi concedido. Temos de aproveitar a vida sim! Mas isso não significa acumular uma infinidade de bens de consumo que trarão alegrias tão efêmeras quanto superficiais. O que é aproveitar a vida afinal?

A única maneira de realmente aproveitar a vida e não desperdiçá-la é usar o tempo que vivemos neste mundo para termos um relacionamento com o Senhor Jesus Cristo. É conhecê-Lo em profundidade. É cumprir a vocação para a qual fomos chamados, ou seja, de amar "o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças" (Deuteronômio 6:5).

Quando comparecermos diante de Deus, o que importa se fomos ricos ou pobres, se nos divertimos ou quantos bens compramos? Que importância terão as coisas deste mundo quando estivermos perante o Altíssimo? Ele será um Juiz para os que recusaram a Sua graça, mas os que aproveitaram a vida para conhecê-Lo verão o Pai face a face.

Proxima  → Inicio
.